Desabafo da cantora após cobrança considerada abusiva transforma experiência pessoal em reflexão pública sobre relações de mercado e tratamento de celebridades
Em meio à rotina intensa de shows, viagens e compromissos públicos, situações cotidianas costumam passar despercebidas - até que ganham proporções inesperadas. Foi o que ocorreu com Ana Castela, que se tornou assunto nas redes sociais após relatar indignação com o valor cobrado por um serviço de manicure no Rio de Janeiro. O episódio, inicialmente restrito a um momento pessoal, rapidamente ultrapassou a esfera privada e passou a mobilizar debates sobre consumo, visibilidade e as particularidades que cercam a vida de figuras públicas.
Segundo o relato compartilhado pela cantora, o atendimento de manicure e pedicure teria custado cerca de R$ 1.300, quantia que ela classificou como absurda e superfaturada. A artista contou que costuma evitar revelar sua identidade antes de contratar serviços justamente para impedir cobranças diferenciadas, mas, desta vez, acabou surpreendida pelo valor final. Mesmo contrariada, decidiu pagar o montante e encerrar o episódio sem confronto direto.
O desabafo ganhou novos contornos quando a cantora explicou que a profissional teria sugerido a divulgação do serviço nas redes sociais como forma de pagamento. Diante da impossibilidade de realizar publicidade por conta de contratos vigentes, a cobrança integral foi mantida, o que intensificou a sensação de injustiça relatada pela artista.
