Neymar soma 11 lesões e 800 dias longe dos gramados

Sequência de problemas físicos reacende debate sobre desgaste, longevidade e capacidade do camisa 10 de liderar o Brasil em mais um Mundial

Durante mais de uma década, Neymar representou o principal símbolo técnico do futebol brasileiro. Entre dribles, gols decisivos, contratos milionários e protagonismo global, o atacante construiu uma trajetória que o colocou entre os maiores nomes de sua geração. Mas, nos últimos anos, um adversário silencioso passou a ocupar espaço cada vez maior em sua carreira: as lesões.


Levantamentos recentes mostram que o camisa 10 já acumula mais de 800 dias afastado dos gramados ao longo da carreira devido a problemas físicos, somando ao menos 11 lesões consideradas relevantes nos últimos anos. O número reacendeu discussões sobre desgaste físico, continuidade em alto nível e a capacidade do atacante de chegar em condições ideais à Copa do Mundo de 2026.


A preocupação aumentou após a grave lesão sofrida em outubro de 2023, quando Neymar rompeu o ligamento cruzado anterior e lesionou o menisco do joelho esquerdo durante partida da Seleção Brasileira contra o Uruguai pelas Eliminatórias. O episódio marcou uma das fases mais difíceis de sua carreira e iniciou um longo período de recuperação física e instabilidade esportiva.


Desde então, o atacante passou a conviver com uma sequência de problemas musculares e limitações físicas que impactaram diretamente sua continuidade dentro de campo. A passagem pelo Al-Hilal terminou cercada por críticas e baixa minutagem, enquanto o retorno ao Santos FC foi acompanhado por expectativa emocional, mas também por novas preocupações relacionadas à condição física do jogador.


Mesmo com lampejos técnicos e momentos de protagonismo pontual, Neymar ainda luta para recuperar sequência, ritmo competitivo e resistência física. Em 2025, o atacante voltou a sofrer novos problemas no joelho, ampliando ainda mais as dúvidas sobre sua continuidade em alto nível.

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